Política – TV Raman https://site.tvraman.com.br Emissora de Radio e TV Thu, 15 May 2025 20:14:49 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 https://site.tvraman.com.br/wp-content/uploads/2023/12/cropped-novalogo-32x32.png Política – TV Raman https://site.tvraman.com.br 32 32 Veja quem assinou pedido de criação de CPMI do INSS – PT e PSOL não assinaram pedido de investigação https://site.tvraman.com.br/2025/05/15/veja-quem-assinou-pedido-de-criacao-de-cpmi-do-inss-para-driblar-fila-de-comissoes-na-camara/ https://site.tvraman.com.br/2025/05/15/veja-quem-assinou-pedido-de-criacao-de-cpmi-do-inss-para-driblar-fila-de-comissoes-na-camara/#respond Thu, 15 May 2025 20:13:45 +0000 https://site.tvraman.com.br/?p=15356 Iniciativa tem a assinatura de 222 deputados e 36 senadores; PT e PSOL não assinaram pedido de investigação

O requerimento para a criação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), protocolado nesta segunda-feira, 12, contou com a assinatura de 222 deputados e 36 senadores. Apesar das investidas da gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para demarcar o caso como fruto de investigação deste governo, nenhum parlamentar petista assinou o requerimento para que o escândalo das fraudes bilionárias fosse investigado no Congresso.

Também não houve a adesão de nenhum parlamentar do PSOL e do PDT, partidos da ala mais governista. Seis deputados do PSB, partido do vice-presidente Geraldo Alckmin, assinaram o pedido. A operação da Polícia Federal (PF) e da Controladoria-Geral da União (CGU) que revelou o caso ocorreu há quase três semanas, em 23 de abril.

Fraude no INSS: Esquema de descontos indevidos foi revelado a partir de operação da Polícia Federal (PF) em conjunto com CGU em abril. Foto: Pedro Kirilos/Estadão

A oposição vem movendo a investigação contra o esquema de cobranças irregulares que soma R$ 6,3 bilhões entre 2019 e 2024 como uma das principais pautas atualmente. O grupo já tinha protocolado o requerimento para a criação de uma CPI na Câmara no final de abril, porém, existe mais de uma dezena de requerimentos pedindo outras comissão do tipo na frente.

A saída colocada em prática pela oposição para driblar a fila foi a ação conjunta das duas Casas – estratégia também utilizada em 2023, com a CPMI do 8 de Janeiro, que acabou frustrada e sob controle do governo.

O número mínimo de assinaturas (171 na Câmara dos Deputados e 27 no Senado Federal) foi alcançado na semana anterior, mas por estratégia a coleta continuou para “dar mais corpo” ao pedido.

O ato para oficializar a abertura da comissão de inquérito pode ser lido em uma sessão do Congresso Nacional, a ser realizada no dia 27 de maio. Veja quem assinou o pedido.

Deputados

  1. Coronel Fernanda (PL-MT)
  2. Silvia Waiãpi (PL-AP)
  3. Lincoln Portela (PL-MG)
  4. Bibo Nunes (PL-RS)
  5. Caroline de Toni (PL-SC)
  6. Coronel Meira (PL-PE)
  7. Rodrigo da Zaeli (PL-MT)
  8. Delegado Éder Mauro (PL-PA)
  9. Daniela Reinehr (PL-SC)
  10. Delegado Caveira (PL-PA)
  11. Professor Alcides (PL-GO)
  12. Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP)
  13. Rosana Valle (PL-SP)
  14. Mauricio do Vôlei (PL-MG)
  15. Nelson Barbudo (PL-MT)
  16. Pr. Marco Feliciano (PL-SP)
  17. Chris Tonietto (PL-RJ)
  18. André Ferreira (PL-PE)
  19. Daniel Freitas (PL-SC)
  20. Capitão Alden (PL-BA)
  21. Daniel Agrobom (PL-GO)
  22. Ricardo Guidi (PL-SC)
  23. Roberta Roma (PL-BA)
  24. Marcelo Moraes (PL-RS)
  25. Soraya Santos (PL-RJ)
  26. Bia Kicis (PL-DF)
  27. Dr. Jaziel (PL-CE)
  28. Junio Amaral (PL-MG)
  29. Carlos Jordy (PL-RJ)
  30. José Medeiros (PL-MT)
  31. Giovani Cherini (PL-RS)
  32. Cabo Gilberto Silva (PL-PB)
  33. Carla Zambelli (PL-SP)
  34. Altineu Côrtes (PL-RJ)
  35. Marcio Alvino (PL-SP)
  36. Domingos Sávio (PL-MG)
  37. General Girão (PL-RN)
  38. Antonio Carlos Rodrigues (PL-SP)
  39. Adilson Barroso (PL-SP)
  40. Zucco (PL-RS)
  41. Capitão Alberto Neto (PL-AM)
  42. Pastor Eurico (PL-PE)
  43. Alberto Fraga (PL-DF)
  44. Sóstenes Cavalcante (PL-RJ)
  45. Matheus Noronha (PL-CE)
  46. Emidinho Madeira (PL-MG)
  47. Coronel Chrisóstomo (PL-RO)
  48. Luiz Philippe de Orleans e Bra (PL-SP)
  49. Miguel Lombardi (PL-SP)
  50. Rodolfo Nogueira (PL-MS)
  51. Capitão Augusto (PL-SP)
  52. Filipe Martins (PL-TO)
  53. Nikolas Ferreira (PL-MG)
  54. Rosângela Reis (PL-MG)
  55. Marcos Pollon (PL-MS)
  56. Sanderson (PL-RS)
  57. Jefferson Campos (PL-SP)
  58. André Fernandes (PL-CE)
  59. Eros Biondini (PL-MG)
  60. General Pazuello (PL-RJ)
  61. Paulo Freire Costa (PL-SP)
  62. Helio Lopes (PL-RJ)
  63. Fernando Rodolfo (PL-PE)
  64. Gustavo Gayer (PL-GO)
  65. Sargento Gonçalves (PL-RN)
  66. Coronel Armando (PL-SC)
  67. Delegado Ramagem (PL-RJ)
  68. Joaquim Passarinho (PL-PA)
  69. Luiz Carlos Motta (PL-SP)
  70. Icaro de Valmir (PL-SE)
  71. Giacobo (PL-PR)
  72. Roberto Monteiro Pai (PL-RJ)
  73. Tiririca (PL-SP)
  74. Julia Zanatta (PL-SC)
  75. Filipe Barros (PL-PR)
  76. Eli Borges (PL-TO)
  77. Missionário José Olimpio (PL-SP)
  78. Zé Vitor (PL-MG)
  79. Mario Frias (PL-SP)
  80. Robinson Faria (PL-RN)
  81. Marcelo Álvaro Antônio (PL-MG)
  82. Gisela Simona (União-MT)
  83. Dayany Bittencourt (União-CE)
  84. Dr. Fernando Máximo (União-RO)
  85. Rodrigo Valadares (União-SE)
  86. Carla Dickson (União-RN)
  87. Coronel Assis (União-MT)
  88. Nicoletti (União-RR)
  89. Rosangela Moro (União-SP)
  90. Silvye Alves (União-GO)
  91. Felipe Francischini (União-PR)
  92. Pastor Diniz (União-RR)
  93. Cristiane Lopes (União-RO)
  94. Coronel Ulysses (União-AC)
  95. Padovani (União-PR)
  96. Alfredo Gaspar (União-AL)
  97. Yandra Moura (União-SE)
  98. Mendonça Filho (União-PE)
  99. Kim Kataguiri (União-SP)
  100. David Soares (União-SP)
  101. Dani Cunha (União-RJ)
  102. Delegado Marcelo Freitas (União-MG)
  103. José Rocha (União-BA)
  104. Dr. Zacharias Calil (União-GO)
  105. Delegado Matheus Laiola (União-PR)
  106. Eduardo Velloso (União-AC)
  107. Felipe Becari (União-SP)
  108. Maurício Carvalho (União-RO)
  109. Fabio Schiochet (União-SC)
  110. Benes Leocádio (União-RN)
  111. Paulo Azi (União-BA)
  112. Danilo Forte (União-CE)
  113. Leur Lomanto Júnior (União-BA)
  114. Geraldo Mendes (União-PR)
  115. José Nelto (União-GO)
  116. Pauderney Avelino (União-AM)
  117. Raimundo Santos (PSD-PA)
  118. Sargento Fahur (PSD-PR)
  119. Saulo Pedroso (PSD-SP)
  120. Reinhold Stephanes (PSD-PR)
  121. Stefano Aguiar (PSD-MG)
  122. Nitinho (PSD-SE)
  123. Gilberto Nascimento (PSD-SP)
  124. Dr. Ismael Alexandrino (PSD-GO)
  125. Ismael (PSD-SC)
  126. Delegada Katarina (PSD-SE)
  127. Castro Neto (PSD-PI)
  128. Josivaldo Jp (PSD-MA)
  129. Rodrigo Estacho (PSD-PR)
  130. Luciano Alves (PSD-PR)
  131. Ribamar Silva (PSD-SP)
  132. Diego Andrade (PSD-MG)
  133. Átila Lins (PSD-AM)
  134. Dr. Luiz Ovando (PP-MS)
  135. Evair Vieira de Melo (PP-ES)
  136. Vermelho (PP-PR)
  137. Afonso Hamm (PP-RS)
  138. Delegado Bruno Lima (PP-SP)
  139. Tião Medeiros (PP-PR)
  140. Dimas Fabiano (PP-MG)
  141. Dilceu Sperafico (PP-PR)
  142. Clarissa Tércio (PP-PE)
  143. Ana Paula Leão (PP-MG)
  144. Mauricio Neves (PP-SP)
  145. Covatti Filho (PP-RS)
  146. Pinheirinho (PP-MG)
  147. Pedro Westphalen (PP-RS)
  148. Delegado Fabio Costa (PP-AL)
  149. Thiago de Joaldo (PP-SE)
  150. Pedro Lupion (PP-PR)
  151. Allan Garcês (PP-MA)
  152. Silvia Cristina (PP-RO)
  153. Socorro Neri (PP-AC)
  154. João Maia (PP-RN)
  155. Delegado da Cunha (PP-SP)
  156. Ricardo Barros (PP-PR)
  157. Pezenti (MDB-SC)
  158. Luiz Fernando Vampiro (MDB-SC)
  159. Sergio Souza (MDB-PR)
  160. Osmar Terra (MDB-RS)
  161. Alceu Moreira (MDB-RS)
  162. Simone Marquetto (MDB-SP)
  163. Delegado Palumbo (MDB-SP)
  164. Lucio Mosquini (MDB-RO)
  165. Alexandre Guimarães (MDB-TO)
  166. Henderson Pinto (MDB-PA)
  167. Marussa Boldrin (MDB-GO)
  168. Rafael Prudente (MDB-DF)
  169. Cobalchini (MDB-SC)
  170. Newton Cardoso Jr (MDB-MG)
  171. Franciane Bayer (Republicanos-RS)
  172. Lafayette de Andrada (Republicanos-MG)
  173. Fred Linhares (Republicanos-DF)
  174. Diego Garcia (Republicanos-PR)
  175. Messias Donato (Republicanos-ES)
  176. Thiago Flores (Republicanos-RO)
  177. Samuel Viana (Republicanos-MG)
  178. Marcos Pereira (Republicanos-SP)
  179. Maria Rosas (Republicanos-SP)
  180. Ronaldo Nogueira (Republicanos-RS)
  181. Adail Filho (Republicanos-AM)
  182. Ely Santos (Republicanos-SP)
  183. Gustinho Ribeiro (Republicanos-SE)
  184. Julio Cesar Ribeiro (Republicanos-DF)
  185. Celso Russomanno (Republicanos-SP)
  186. Luis Carlos Gomes (Republicanos-RJ)
  187. Roberto Duarte (Republicanos-AC)
  188. Alex Santana (Republicanos-BA)
  189. Rogéria Santos (Republicanos-BA)
  190. Márcio Marinho (Republicanos-BA)
  191. Luiz Lima (Novo-RJ)
  192. Gilson Marques (Novo-SC)
  193. Marcel van Hattem (Novo-RS)
  194. Adriana Ventura (Novo-SP)
  195. Ricardo Salles (Novo-SP)
  196. Mauricio Marcon (Podemos-RS)
  197. Luiz Carlos Hauly (Podemos-PR)
  198. Greyce Elias (Avante-MG)
  199. Delegada Ione (Avante-MG)
  200. Bruno Farias (Avante-MG)
  201. Any Ortiz (Cidadania-RS)
  202. Alex Manente (Cidadania-SP)
  203. Arnaldo Jardim (Cidadania-SP)
  204. Geovania de Sá (PSDB-SC)
  205. Beto Pereira (PSDB-MS)
  206. Daniel Trzeciak (PSDB-RS)
  207. Beto Richa (PSDB-PR)
  208. Adolfo Viana (PSDB-BA)
  209. Lucas Redecker (PSDB-RS)
  210. Geraldo Resende (PSDB-MS)
  211. Paulo Alexandre Barbosa (PSDB-SP)
  212. Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG)
  213. Aécio Neves (PSDB-MG)
  214. Heitor Schuch (PSB-RS)
  215. Tabata Amaral (PSB-SP)
  216. Luciano Ducci (PSB-PR)
  217. Duarte Jr. (PSB-MA)
  218. Dr. Frederico (PRD-MG)
  219. Pedro Aihara (PRD-MG)
  220. Magda Mofatto (PRD-GO)
  221. Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ)
  222. Weliton Prado (Solidariedade-MG)

Senadores

  1. Damares Alves (Republicanos-DF)
  2. Hamilton Mourão (Republicanos-RS)
  3. Cleitinho (Republicanos-MG)
  4. Mecias de Jesus (Republicanos-RR)
  5. Eduardo Girão (Novo-CE)
  6. Plínio Valério (PSDB-AM)
  7. Styvenson Valentim (PSDB-RN)
  8. Sergio Moro (União-PR)
  9. Marcio Bittar (União-AC)
  10. Alan Rick (União-AC)
  11. Jayme Campos (União-MT)
  12. Flávio Bolsonaro (PL-RJ)
  13. Wellington Fagundes (PL-MT)
  14. Jaime Bagattoli (PL-RO)
  15. Wilder Morais (PL-GO)
  16. Jorge Seif (PL-SC)
  17. Carlos Portinho (PL-RJ)
  18. Magno Malta (PL-ES)
  19. Rogerio Marinho (PL-RN)
  20. Izalci Lucas (PL-DF)
  21. Marcos Rogério (PL-RO)
  22. Astronauta Marcos Pontes (PL-SP)
  23. Eduardo Gomes (PL-TO)
  24. Ciro Nogueira (PP-PI)
  25. Esperidião Amin (PP-SC)
  26. Tereza Cristina (PP-MS)
  27. Luis Carlos Heinze (PP-RS)
  28. Dr. Hiran (PP-RR)
  29. Marcos do Val (Podemos-ES)
  30. Soraya Thronicke (Podemos-MS)
  31. Flávio Arns (PSB-PR)
  32. Chico Rodrigues (PSB-RR)
  33. Alessandro Vieira (MDB-SE)
  34. Lucas Barreto (PSD-AP)
  35. Sérgio Petecão (PSD-AC)
  36. Nelsinho Trad (PSD-MS)
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Em crise, Correios gastaram R$ 38 milhões em patrocínios no governo Lula https://site.tvraman.com.br/2025/04/11/em-crise-correios-gastaram-r-38-milhoes-em-patrocinios-no-governo-lula/ https://site.tvraman.com.br/2025/04/11/em-crise-correios-gastaram-r-38-milhoes-em-patrocinios-no-governo-lula/#respond Fri, 11 Apr 2025 11:12:45 +0000 https://site.tvraman.com.br/?p=15323 Estatal desembolsou R$ 6 milhões para exibir sua marca no Lollapalooza e R$ 4 milhões de reais na turnê ‘Tempo Rei’, de Gilberto Gil

Gilberto Gil, de antigas ligações a Lula e ao PT: direito a selo e faturamento de R$4 milhões -Foto: Agência Gov.

Afundados em uma crise financeira, os Correios já gastaram 38,4 milhões de reais em patrocínios neste terceiro governo Lula, incluindo 6 milhões de reais para o festival Lollapalooza e 4 milhões de reais para a turnê Tempo Rei, de Gilberto Gil, desembolsados no ano passado.

Segundo a estatal, o contrato com o Lollapalooza buscou fortalecer a “imagem de inovação junto a um público jovem, que não teve tanta experiência com a empresa”, com potencial de “agregar valor à marca, possibilitando associar sua marca a um dos maiores eventos de música do país e do mundo”.

Com o patrocínio aos shows de Gilberto Gil, por sua vez, a empresa afirma querer “agregar valor à sua marca considerando se tratar da última turnê do artista, (com a) expectativa que a mesma atraia a atenção de um público estimado em aproximadamente 800.000 pessoas em shows realizados no Brasil, Europa e Estados Unidos”.

Os Correios são comandados desde agosto de 2023 pelo advogado Fabiano Silva dos Santos, ligado ao Grupo Prerrogativas. Formalmente, a indicação para o cargo partiu do , e o mandato atual do executivo vai até 6 de agosto de 2025.

Em resposta ao Radar, os Correios afirmaram que a atual gestão trabalha para “reposicionar” a marca da estatal por meio de patrocínio de negócios, esportivos e culturais depois de o ter “zerado” o investimento nessa área como parte de um processo de privatização, revertido pelo presidente Lula.

A estatal registrou déficit de 3,2 bilhões de reais no ano passado e não faz repasses para a Postal Saúde desde novembro, deixando um rombo de 400 milhões de reais na operadora de autogestão em saúde. Vários hospitais pararam de atender os planos de funcionários da empresa.

Em 2023, os Correios direcionaram 3,3 milhões de reais para patrocínios, incluindo 400.000 reais para a apresentação dos bois Caprichoso e Garantido, no Festival de Parintins, no Amazonas, 500.000 reais para a, no Amazonas, 500.000 reais para a Orquestra Criança Cidadã, em Pernambuco, e 350.000 reais no Festival Coma, em Brasília.

Esse tipo de despesa disparou no ano passado, chegando a 33,8 milhões de reais. Além do Lollapalooza e da turnê de Gilberto Gil, a estatal fechou contratos de 4,5 milhões de reais com a Confederação Brasileira de Ginástica, 3 milhões de reais com os jogos universitários em todo o país e 2 milhões de reais com a feira de design Casa Brasil.

Ainda em 2024, os Correios também desembolsaram, entre outros contratos, 1,9 milhão de reais para exibir sua marca no Funn Festival, em Brasília, e 1 milhão de reais para patrocinar a festa de São João organizada pelo governo do Maranhão.

A estatal justifica a maioria dos patrocínios classificando-os como “projetos planejados” em seus planos anuais de comunicação, voltados a “posicionar os Correios como empresa concorrencial e sustentável, que possui importante papel de integração do Brasil e de inclusão de todos os brasileiros, por meio de sua ampla presença no território nacional e de seu amplo portfólio de produtos e serviços”.

Já em 2025, o único patrocínio divulgado pela empresa até o momento foi um repasse de 1,3 milhão de reais ao Encontro de Novos Prefeitos e Prefeitas 2025 com o presidente Lula, justificado, segundo os Correios, “pela oportunidade de ampliação do alcance de seu público-alvo, ao mesmo tempo que fortalece sua imagem e relevância no cenário nacional”.

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Alta do dólar e aumento de combustivél https://site.tvraman.com.br/2024/12/19/alta-do-dolar-e-aumento-de-combustivel/ https://site.tvraman.com.br/2024/12/19/alta-do-dolar-e-aumento-de-combustivel/#respond Thu, 19 Dec 2024 07:58:45 +0000 https://site.tvraman.com.br/?p=15162 Se a estatal quiser se equiparar aos preços praticados no Golfo do México, mercado de referência dos importadores brasileiros, seria possível um aumento de R$ 0,49 por litro

A Petrobras não reajusta o preço do diesel há 358 dias, enquanto Mataripe, controlada pela Acelen, empresa do fundo de investimento árabe Mubadala no Brasil, faz reajustes semanais

RIO – A alta do dólar em relação ao real nas últimas semanas fez a defasagem do preço dos combustíveis no Brasil disparar em relação ao mercado internacional, principalmente o diesel, o que abre uma janela para que a Petrobras reajuste o preço do combustível no mercado interno.

A moeda americana teve um novo fechamento recorde, a R$ 6,2657, em alta de 2,78%, nesta quarta-feira, 18.

Nesta quarta-feira, 18, a defasagem do diesel atingiu 14% nas refinarias da Petrobras e 13% na média nacional, incluindo a Refinaria de Mataripe, na Bahia. Se a estatal quiser se equiparar aos preços praticados no Golfo do México, mercado de referência dos importadores brasileiros, seria possível um aumento de R$ 0,49 por litro.

De acordo com o presidente da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), Sergio Araújo, a defasagem do diesel em relação ao mercado internacional atingiu dois dígitos na semana passada, quando o dólar bateu os R$ 6. A diferença de preços vem aumentando apesar da falta de reajustes da Petrobras, destacou.

“O principal motivo da defasagem é o câmbio, o preço do produto não teve alteração”, explicou Araújo ao Estadão/Broadcast.

A Petrobras não reajusta o preço do diesel há 358 dias, enquanto Mataripe, controlada pela Acelen, empresa do fundo de investimento árabe Mubadala no Brasil, faz reajustes semanais. Na quarta-feira passada, a Acelen reduziu o preço do diesel em R$ 0,0025 o litro.

Já a gasolina está há menos tempo sem reajuste (163 dias) e por isso tem uma defasagem menor, de 7% nas refinarias da Petrobras, e de 6% incluindo Mataripe. Para equiparar os preços, a Petrobras poderia elevar o combustível em R$ 0,20 por litro. Na semana passada, a Acelen aumentou o preço da gasolina em R$ 0,09 por litro.

De acordo com a Abicom, há 49 dias as importações estão com as janelas fechadas para o diesel, e há 76 dias para a gasolina.

A Petrobras alterou sua política de preços de paridade de importação (PPI) no começo do ano passado, ainda na gestão de Jean Paul Prates, substituída por uma estratégia que leva em conta o custo alternativo do cliente, como valor a ser priorizado na precificação, e o valor marginal para a Petrobras. Já a Acelen continua praticando o PPI, segundo informa a companhia.

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Lula acumula em 2 anos o maior rombo de estatais do século https://site.tvraman.com.br/2024/10/20/lula-acumula-em-2-anos-o-maior-rombo-de-estatais-do-seculo/ https://site.tvraman.com.br/2024/10/20/lula-acumula-em-2-anos-o-maior-rombo-de-estatais-do-seculo/#respond Sun, 20 Oct 2024 21:53:26 +0000 https://site.tvraman.com.br/?p=15055

Fonte – Banco Central

As empresas estatais federais, estaduais e municipais registraram deficit de R$ 9,76 bilhões em valores corrigidos pela inflação (a preços de setembro) durante o 3º mandato de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). É o maior saldo negativo do século 21 em menos de 2 anos (2023 e 2024).

As despesas superaram as receitas em R$ 2,43 bilhões em 2023. Houve outro rombo de R$ 7,33 bilhões no acumulado de janeiro a agosto de 2024. Os dados são do Banco Central. A reportagem corrigiu os dados pela inflação do período.

A série histórica reúne dados desde 2002. Também é possível observar o saldo nas contas dos governos Lula (2003-2010), Dilma/Temer (2011-2018) e Bolsonaro (2019-2022).

O deficit no governo Lula superou o registrado no 1º mandato do governo Dilma Rousseff (PT), quando houve um saldo negativo de R$ 7,53 bilhões a preços atuais. O saldo negativo reverte parte do superavit de R$ 31,16 bilhões obtido no governo Jair Bolsonaro (PL).

O maior saldo positivo foi registrado no 1º mandato do governo Lula, quando totalizou R$ 42,02 bilhões de 2003 a 2006 em valores atualizados pela inflação.

DEFICIT EM 2024
O deficit das estatais acelerou em 2024. Foram deficitárias em R$ 2,43 bilhões em 2023. O valor subir para R$ 7,33 bilhões só de janeiro a agosto. Essa quantia representa o 2º maior saldo negativo da série histórica, iniciada em 2002, atrás somente de todo o ano de 2014 (R$ 7,47 bilhões).

Ao comparar somente com os períodos acumulados de janeiro a agosto, o deficit das estatais foi o maior da história em 2024. Subiu 334,7% em comparação com 2023.

DIVISÃO POR NÍVEL
O deficit das estatais federais somou R$ 3,45 bilhões de janeiro a agosto deste ano. Aumentou 383,1% em comparação com todo o ano de 2023. Já as estaduais registraram um rombo de R$ 3,90 bilhões nas contas, com alta de 181,1% no mesmo período.

Eis o resultado de janeiro a agosto de 2024: estatais estaduais – deficit de R$ 3,90 bilhões; estatais federais – deficit de R$ 3,45 bilhões; e, estatais municipais – superavit de R$ 21,6 milhões.

CONTABILIDADE CRIATIVA
Na quarta-feira (16), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, declarou que não procediam informações sobre uma reportagem do jornal O Estado de S.Paulo. O diário paulista havia publicado que o governo tinha planos de desvincular estatais dependentes do Orçamento para que atuassem como instituições independentes –apesar de precisarem de recursos do Tesouro Nacional.

“Estamos explorando a possibilidade de reduzir o aporte federal para essas estatais que têm condição de se emancipar, por assim dizer, do Orçamento. O objetivo da medida é exatamente o contrário: é fazer com que a estatal não dependa mais de recursos orçamentários”, declarou o ministro da Fazenda.

OUTRO LADO
A reportagem procurou, por e-mail, a Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais, que é do MGI (Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos), para saber se havia interesse em analisar os dados apresentados nesta reportagem.

Em nota, o MGI disse que os deficits das estatais mencionadas na reportagem são “cobertos pelos caixas das próprias empresas, carregados em anos anteriores e não representam qualquer necessidade de recursos do Tesouro Nacional e não impactam o equilíbrio fiscal”. O ministério disse também que parte do saldo negativo se explica porque “empresas receberam, entre os anos 2018 e 2019, aportes do Tesouro Nacional para realizar investimentos nos exercícios seguintes”.

Segundo o ministério, “há forte correlação entre estes aportes e o resultado primário dessas empresas”.

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Governo deve propor isenção de IR para até R$ 5.000, mas com compensações https://site.tvraman.com.br/2024/10/09/governo-deve-propor-isencao-de-ir-para-ate-r-5-000-mas-com-compensacoes/ https://site.tvraman.com.br/2024/10/09/governo-deve-propor-isencao-de-ir-para-ate-r-5-000-mas-com-compensacoes/#respond Wed, 09 Oct 2024 11:36:20 +0000 https://site.tvraman.com.br/?p=15042

Foto Internet reprodução

Depende do presidente Lula a decisão sobre como viabilizar a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5.000. Promessa de campanha em 2022, a isenção não é uma equação simples, pois abrirá um espaço de cerca de R$ 40 bilhões a partir de 2026, em um cenário de orçamento do país já muito apertado.

Apesar do alto custo e do martelo ainda não ter sido batido, o governo deve enviar uma proposta ao Congresso ainda em 2024 com a isenção, acompanhada de medidas compensatórias para cobrir a renúncia. Mesmo com o envio em 2024, a discussão no Congresso só deve terminar em 2025.

O Ministério da Fazenda elaborou alguns cenários com alternativas de compensação dos R$ 40 bilhões. Como o governo não pretende abrir mão de arrecadação, se vai isentar numa ponta, terá que cobrar mais na outra.

Uma das hipóteses na mesa é que a compensação seja feita com tributação dos super-ricos que hoje não pagam imposto sobre a renda, e passariam a pagar um percentual mínimo. São contribuintes cuja renda vem exclusivamente de rendimentos isentos (lucros, dividendos e outros). Esses contribuintes teriam que pagar um mínimo, o que não significa mudanças nas isenções atuais. Os super-ricos que já estiverem pagando um percentual mínimo sobre rendimentos tributáveis não devem sofrer nenhum impacto.

A proposta para a pessoa física segue a lógica da recente medida provisória 1626/2024 para as empresas, que estabelece tributação mínima corporativa dos grandes grupos multinacionais (atendendo ao pilar 2 da OCDE, Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico).

Dentro da reforma do imposto sobre a renda, a equipe econômica também deve propor alterações na tributação das empresas, novos ajustes nos JCP (Juros sobre Capital Próprio) e na CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido), alterações na tributação de lucros e dividendos, mas também com redução no IRPJ (Imposto de Renda da Pessoa Jurídica) para não aumentar a carga do setor produtivo.

Há risco de o Congresso aprovar a isenção sem as compensações?
Sempre há, mas o governo não irá sancionar o texto sem as compensações.

E a revisão de gastos?
A discussão da reforma da renda não será feita com o debate do Orçamento de 2025, mas pode ser feita junto a revisão de gastos que a equipe econômica tem proposto. Como as revisões de gasto encontram resistências dentro dos governos de esquerda, fazer a negociação com a proposta de isenção de IR para quem ganha até R$ 5.000 pode ser uma boa estratégia.

Reportagem
Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista, ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis.

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Contas de luz ficarão até 13% mais caras este mês, por conta de bandeira vermelha https://site.tvraman.com.br/2024/09/04/contas-de-luz-ficarao-ate-13-mais-caras-este-mes-por-conta-de-bandeira-vermelha/ https://site.tvraman.com.br/2024/09/04/contas-de-luz-ficarao-ate-13-mais-caras-este-mes-por-conta-de-bandeira-vermelha/#respond Thu, 05 Sep 2024 00:21:45 +0000 https://site.tvraman.com.br/?p=15012 Economistas estimam ainda impacto da tarifa na inflação, que tem meta ameaçada

Conta de luz: tarifa está mais cara em setembro — Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) acionou a bandeira vermelha no patamar 2 nas contas de luz de setembro, após mais de três anos sem isso acontecer. Desacostumados com a tarifa mais cara, muitos brasileiros se perguntam qual será o real impacto da mudança no bolso. Por isso, o EXTRA foi checar a resposta. Segundo economistas, o aumento na fatura pode variar entre 10% a 13% este mês.

O anúncio sinaliza maiores custos para a geração de energia elétrica, já que a escassez de chuvas leva ao acionamento das termelétricas, que geram energia mais cara. O acréscimo é de R$ 7,877 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

O percentual de aumento da despesa dos brasileiros ainda depende da utilização média por cada família. Para o economista da Terra Investimentos Homero Guizzo, a alta ficará em torno de 13%. Responsável pela área de inteligência da PSR Consultoria, Mateus Cavaliere avalia que a conta terá uma elevação média de 10% este mês:

— Se considerarmos uma residência com um consumo médio de 200 kWh/mês, a conta de luz sairia de R$ 147 para R$ 163, um aumento de R$ 16 — explicou.

Luis Otávio Leal, economista-chefe da G5 Partners, prevê um aumento de 12%. Já o economista da ASA Investments Leonardo Costa espera um aumento médio de 11,5% na tarifa de energia residencial em setembro. Ele atribui sua estimativa à seca que atinge praticamente todo o país:

— A seca pior do que o esperado justificou a elevação do preço da energia elétrica — afirmou, acrescentando que era esperada bandeira amarela para o mês, não a vermelha.

Maikon Perin, especialista da Ludfor Energia, acredita que o acionamento de bandeira vermelha 2 terá como consequência um reajuste superior a 10% em setembro.

Impacto na inflação
O impacto do aumento na conta de luz também é direto na inflação — que pode fechar o ano acima do teto da meta perseguida pelo Banco Central. A alta de 13% no preço da energia, segundo Homero Guizzo, da Terra Investimentos, colocará mais 0,52 ponto percentual ao IPCA deste mês, fechando o índice de inflação em 0,72%.

A inflação acumulada nos últimos 12 meses até julho bateu 4,5%, ou seja, o teto da meta. E pelo Boletim Focus divulgado ontem, a projeção para o IPCA de 2024 subiu pela sétima semana seguida, passando de 4,25% para 4,26%, ainda sem considerar o efeito da bandeira vermelha nas contas de luz. O centro da meta deste ano é de 3%, com piso de 1,5% e teto de 4,5%.

Sócio da Tendências Consultoria, Silvio Campos Neto projeta uma alta de 0,43 ponto percentual na inflação deste mês. Porém, ele acredita que é viável um retorno da bandeira vermelha para a amarela até o fim deste ano, o que reduziria boa parte desse impacto:

— Ainda não alteramos nossa projeção do ano (IPCA de 4,1%), pois vamos avaliar melhor essa questão hidrológica a fim de definir qual será a premissa de bandeira para o final do ano.

Andréa Angelo, estrategista de inflação da Warren Investimentos, projeta uma inflação de 2024 em 4,45%, bem perto da meta. Sua estimativa de inflação em setembro aumentou de 0,31% para 0,63%:

— Esperamos que a bandeira vermelha 2 vai se repetir em outubro e voltará para amarela nos meses de novembro e dezembro — afirmou Andréa.

Bandeira vermelha volta após três anos
Desde agosto de 2021, a bandeira vermelha patamar 2 não era acionada. Uma sequência de bandeiras verdes foi iniciada em abril de 2022 e interrompida apenas em julho de 2024, com a bandeira amarela, seguida de bandeira verde em agosto.

Criada pela Aneel em 2015, com o objetivo de estimular o uso consciente da energia, o sistema de bandeiras tarifárias indica o custo da geração de eletricidade no Brasil e como ele afeta o valor da conta de luz dos consumidores.

As bandeiras têm três cores: verde (sem custo extra); amarela (quando as condições de geração não são favoráveis) e vermelha (condições de geração são mais custosas).

Fonte Agencia Brasil

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Governo vai fazer pente-fino em 800 mil benefícios do INSS https://site.tvraman.com.br/2024/07/31/governo-vai-fazer-pente-fino-em-800-mil-beneficios-do-inss/ https://site.tvraman.com.br/2024/07/31/governo-vai-fazer-pente-fino-em-800-mil-beneficios-do-inss/#respond Wed, 31 Jul 2024 19:58:57 +0000 https://site.tvraman.com.br/?p=14901 Auxílio-doença e aposentadoria por invalidez serão alguns dos programas atingidos

Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

O ministro da Previdência Social, Carlos Lupi, anunciou desde do último dia (5) que o governo federal vai fazer um “pente-fino” em benefícios previdenciários temporários, como o auxílio por incapacidade temporária (auxílio-doença), a partir de agosto.

Segundo ele, existe uma previsão de que esse tipo de revisão aconteça a cada dois anos. No entanto, o processo não era realizado desde 2019.

“Isso vai dar em torno de 800 mil pessoas, um pouquinho mais, um pouquinho menos, que poderão ter que fazer essa nova perícia para confirmar o nosso benefício”. “É claro que tem irregularidade, claro que tem, nós somos humanos, nós falhamos”, completou.

O ministro ressaltou que nem todos os beneficiários precisarão ser chamados para perícia presencial, pois alguns casos serão resolvidos somente com o cruzamento de dados cadastrais.

“Estamos começando um sistema de triagem, de apuração, de possíveis irregularidades para corrigir rumos. De dois em dois anos, se pode fazer isso. [Vai ser] principalmente nos benefícios temporários, alguns erros que se pode cometer, terem sido cometidos e, principalmente, coibindo sempre ações inescrupulosas de intermediários’, destacou o ministro.

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Tem carne chique, de primeiríssima qualidade, que o cara que consome pode pagar um impostozinho. https://site.tvraman.com.br/2024/07/02/tem-carne-chique-de-primeirissima-qualidade-que-o-cara-que-consome-pode-pagar-um-impostozinho/ https://site.tvraman.com.br/2024/07/02/tem-carne-chique-de-primeirissima-qualidade-que-o-cara-que-consome-pode-pagar-um-impostozinho/#respond Wed, 03 Jul 2024 00:38:44 +0000 https://site.tvraman.com.br/?p=14515 Reforma tributária deve ser votada na Câmara dos Deputados na próxima semana

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse, nesta terça-feira (2/7), que pretende separar o imposto cobrado pela nova reforma tributária pelo tipo de carne. Para corte “chique, de primeiríssima qualidade”, o petista avaliou que “o cara que consome pode pagar um impostozinho”.

Na avaliação do petista, é preciso fazer essa “diferenciação”. “Você tem vários tipos de carne. Tem carne chique, de primeiríssima qualidade, que o cara que consome pode pagar um impostozinho. Agora, você tem outro tipo de carne, que é a carne que o povo consome. Frango, por exemplo, não precisa ter imposto. O frango faz parte do dia a dia do povo brasileiro, o ovo faz parte do dia a dia. Uma carne, sabe, um músculo, um acém, coxão mole. Tudo isso pode ser evitado”, citou.

Atualmente não há uma cobrança feita por cortes da carne. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), essa é a carga tributária atual dos produtos:

Carne vermelha: 29%
Frango: 26,80%
Peixe: 34,48%
Ovo: 20,59%
Camarão: 33,29%
Chester/Peru/Pernil: 29,32%
Frutas: 11,78%
A lista de itens que devem contar com a isenção tributária está em debate na proposta de regulamentação da reforma tributária, que deve ter o texto finalizado nesta quarta-feira (3). Atualmente, a cesta básica possui uma variedade que chega a 100 itens e, após a aprovação do texto que regulamentará a isenção de impostos, a expectativa é que a lista seja reduzida para cerca de 35 produtos. A intenção é que o tema seja votado na Câmara dos Deputados na próxima semana.

Diversos setores da indústria e comércio vêm intensificando a pressão em cima das autoridades para manter seus produtos de interesse dentro da cesta básica e, consequentemente, conseguir a exoneração junto à reforma tributária. Nesta semana, a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), por exemplo, emitiu um comunicado afirmando considerar um equívoco incluir na cesta básica nacional apenas carnes menos nobres, deixando as peças mais caras fora da desoneração fiscal. Até mesmo a Associação Nacional das Indústrias de Vinagre (Anav) solicitou a inclusão do vinagre entre os itens essenciais que terão impostos zerados.

“Eu acho que a gente precisa colocar a carne na cesta básica, sim, sem que haja imposto. Você pode separar a carne, você pode selecionar a carne. Se você vai comprar uma coisa importada, chique, tem que pagar imposto. Eu estou falando é do povo brasileiro, ou seja, o povo mais humilde, trabalhador, da classe média baixa”, disse o presidente à rádio Sociedade, de Salvador (BA).

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Criado para regular terras, Iterj tem sido usado para reformas em praças em nome da família de político casado com diretora do instituto https://site.tvraman.com.br/2024/04/24/criado-para-regular-terras-iterj-tem-sido-usado-para-reformas-em-pracas-em-nome-da-familia-de-politico-casado-com-diretora-do-instituto/ https://site.tvraman.com.br/2024/04/24/criado-para-regular-terras-iterj-tem-sido-usado-para-reformas-em-pracas-em-nome-da-familia-de-politico-casado-com-diretora-do-instituto/#respond Wed, 24 Apr 2024 23:53:53 +0000 https://site.tvraman.com.br/?p=13672 Mariana Felippe é diretora do Instituto de Terras e Cartografia e é casada com o deputado estadual Jorge Felippe Neto (Avante). O nome do deputado, de seu avô, o vereador Jorge Felippe, e dos pais dele aparecem nas praças reformadas.
Por Anita Prado, Gabriel Barreira, RJ2

Criado para regular terras, Iterj tem sido usado para reformas em praças em nome da família de político casado com diretora do instituto — Foto: Reprodução TV Globo

Instituto de Terras e Cartografia do Estado do Rio de Janeiro (Iterj), órgão criado para tratar da regularização de terras em todo o estado, vem sendo utilizado para financiar reformas em praças públicas do bairro Campo Grande, na Zona Oeste do Rio. A região é reduto político do deputado Jorge Felippe Neto (Avante), que é casado com uma diretora do instituto.

Mariana Felippe, diretora de regularização do Iterj, autorizou investimentos do órgão para reformar praças em Campo Grande. Todos os locais foram batizados com nomes de membros da família do político.

Em uma das praças, a placa que fica exposta no local leva o nome do próprio marido de Mariana, o deputado estadual Jorge Felippe Neto. No dia da inauguração, uma faixa também estampava o nome da avó do parlamentar, o vereador Jorge Felippe (Avante).

Outra praça reformada pelo Iterj leva o nome da mãe de Jorge Felippe. Em outra, a homenagem foi feita ao pai do vereador. Em uma imagem de divulgação, os próprios funcionários do Iterj seguram uma faixa de agradecimento aos políticos da família Felippe.

Segundo André Saddy, professor de Direito da UFF e PUC-Rio, a promoção pessoal é irregular.

“A constituição veda qualquer espécie de promoção pessoal por parte de agentes públicos, seja do Poder Executivo ou do Poder Legislativo. O Poder Legislativo não pode usar de uma emenda parlamentar para render dividendos políticos pra si. Isso viola o princípio da moralidade administrativa e da impessoalidade”, disse André Saddy.

O nome do vereador Jorge Felippe também aparece nas praças reformadas. — Foto: Reprodução TV Globo

Pra realizar as obras, o Iterj contratou a construtora Ômega. Os dois contratos totalizam quase R$ 30 milhões. Um dos sócios da empresa, Márcio Freitas de Oliveira, que é alvo da Polícia Federal.

Uma empresa ligada a ele, segundo a PF, vendeu equipamentos e insumos em plena pandemia de Covid para o município de Duque de Caxias. Contudo, a empresa não tinha sede e era de fachada, de acordo com a investigação.

Suspeita de desvio de função
O Iterj é responsável pela regularização fundiária no estado do Rio de Janeiro. Ou seja, o órgão é responsável por legalizar moradias para pessoas de baixa renda. Obras em praças não fazem parte da atribuição do instituto.

Contudo, as licitações do Iterj para essas reformas nas praças surgiram no fim de 2021. A data coincide com a chegada de Mariana Felippe ao instituto.

No ano seguinte, em um documento interno, o próprio instituto admitiu que sua principal função não tinha sido exercida com êxito.

“A maior prioridade do Iterj em 2022 foi a outorga de instrumentos de regularização fundiária. No entanto, o desempenho ficou aquém do esperado”, dizia o documento interno.

O deputado Jorge Felippe Neto, que aparece na placa exposta na praça reformada, foi condenado na última eleição por propaganda eleitoral antecipada. Na ocasião, ele foi punido por ter o nome colocado em faixas.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) considerou que Jorge Felippe Neto fez propaganda irregular, por meio de propaganda em cinco faixas afixadas em postes públicos no bairro de Campo Grande.

O que dizem os citados
Em nota, o Iterj declarou que atua dentro das leis federais e estaduais e vai além da entrega da titularidade das terras.

Sobre a empresa, o instituto informou que foi feita licitação e não foi encontrado qualquer impedimento.

A reportagem procurou o vereador Jorge Felippe e o deputado Jorge Felippe Neto na Câmara e na Alerj, mas eles não quiseram gravar entrevista.

Também em nota, o deputado informou que não tem qualquer ingerência nas ações dos órgãos estaduais, mas ressaltou que é papel do parlamentar levar demandas da população ao poder executivo.

Já o vereador Jorge Felippe informou que é papel do legislativo levar ao executivo o pleito da população.

Os representantes da empresa ômega não respondeu aos contatos feitos pelo RJ2.

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Ato pró-Bolsonaro: imprensa internacional repercute evento de defesa ao ex-presidente https://site.tvraman.com.br/2024/02/27/ato-pro-bolsonaro-imprensa-internacional-repercute-evento-de-defesa-ao-ex-presidente/ https://site.tvraman.com.br/2024/02/27/ato-pro-bolsonaro-imprensa-internacional-repercute-evento-de-defesa-ao-ex-presidente/#respond Tue, 27 Feb 2024 10:55:18 +0000 https://site.tvraman.com.br/?p=13572 Manifestação convocada por Bolsonaro e realizada na tarde do último domingo (25) foi comentada por jornais estrangeiros; grande adesão ao ato, bandeiras de Israel e investigações envolvendo ex-presidente foram destacados

O ato de apoio a Jair Bolsonaro (PL) realizado no último domingo (25), na Avenida Paulista, no Centro de São Paulo, repercutiu na imprensa internacional com destaque a grande adesão dos apoiadores do ex-presidente.

No vídeo publicado nas redes sociais por Bolsonaro ao convocar manifestação, o ex-presidente justifica que o objetivo da ação apresentar para o mundo uma “grande fotografia” da insatisfação dos brasileiros frente à política nacional.

O jornal inglês The Guardian além de destacar a participação de “dezenas de milhares” no ato, classificou Bolsonaro como político de “extrema-direita” e afirmou que “Bolsonaro está tentando mostrar que sua base é resiliente enquanto está sendo investigado”.

O Daily Mail, também inglês, afirmou que a ampla adesão a manifestação se consolidou como “uma demonstração de apoio” dos simpatizantes mesmo em meio às acusações envolvendo Bolsonaro. A matéria publica ainda afirma que “uma imensa multidão de seus apoiadores lotou a Avenida Paulista, uma das principais artérias da capital econômica do país”.

A agência de notícias Reuters afirmou que o Bolsonaro é constantemente comparado ao ex-presidente dos EUA, Donald Trump e classificou o ex-presidente como “populista” de “extrema-direita”.

O jornal espanhol El País, destacou que o ato reforça e demonstra a liderança de Bolsonaro mesmo após a sua saída da presidência. O jornal destacou que a manifestação aconteceu três dias após o depoimento de Bolsonaro à Polícia Federal. Deflagrada pelo Supremo Tribunal Federal, a operação Tempus Veratis apura o envolvimento do ex-presidente e aliados a suposta tentativa de um golpe de Estado.

O ato também foi destaque na imprensa em Israel. O The Times of Israel mencionou o apoio de Bolsonaro e de seus aliados a Israel em comparação as declarações do presidente Lula (PT). Durante uma viagem a Etiópia, o presidente Lula comparou em entrevista coletiva Israel ao Hamas.

“O que está acontecendo na Faixa de Gaza com o povo palestino não existiu em nenhum outro momento histórico. Aliás, existiu. Quando Hitler resolveu matar os judeus”, disse Lula.

O jornal israelense ainda mencionou as bandeiras que podiam ser vistas com os manifestantes na Avenida paulista.

“Bolsonaro chegou agitando a bandeira israelense – uma rejeição aos comentários do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na semana passada comparando a ofensiva de Israel em Gaza ao Holocausto – antes de colocar a mão no peito para o hino nacional. Várias bandeiras israelenses puderam ser vistas com destaque na multidão”

Os jornais franceses, Le Monde, Le Figaro e France 24 mencionaram que o ato convocado por Bolsonaro foi uma demonstração de força política e classificaram o ex-presidente como “extrema-direita”.

Na Alemanha, os pedidos de Bolsonaro para anistiar os envolvidos no 8 de janeiro de 2023 e para a pacificação no país foram destaque nos jornais Süddeutsche Zeitung, Spiegel e De Telegraaf.

Na ásia, o ato de Bolsonaro foi destaque na Coreia do Sul e no Japão. O Jornal, The Korea Times, afirmou que a manifestação reforça a “força em meio às investigações de golpe”. Já o japonês, BNN Breaking, afirmou que “a manifestação em São Paulo não só serviu como plataforma para Bolsonaro expressar as suas queixas, mas também funcionou como um espelho que reflete as profundas divisões na sociedade brasileira”.

Por: Bruna Esteves
Repórter de Política Nacional e Internacional na rádio Itatiaia. Formada em Jornalismo pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e pós-graduanda em Comunicação Governamental na PUC Minas. Experiência no Legislativo e Executivo mineiro.

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