saúde – TV Raman https://site.tvraman.com.br Emissora de Radio e TV Sun, 12 Jan 2025 14:28:11 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://site.tvraman.com.br/wp-content/uploads/2023/12/cropped-novalogo-32x32.png saúde – TV Raman https://site.tvraman.com.br 32 32 Famílias criticam veto do governo a pensão vitalícia para crianças com microcefalia e vítimas do zika vírus: https://site.tvraman.com.br/2025/01/12/familias-criticam-veto-do-governo-a-pensao-vitalicia-para-criancas-com-microcefalia-e-vitimas-do-zika-virus/ https://site.tvraman.com.br/2025/01/12/familias-criticam-veto-do-governo-a-pensao-vitalicia-para-criancas-com-microcefalia-e-vitimas-do-zika-virus/#respond Sun, 12 Jan 2025 14:28:11 +0000 https://site.tvraman.com.br/?p=15199 ‘São culpados e não dão o mínimo’

Publicada no Diário Oficial da União, decisão foi acompanhada da edição de uma Medida Provisória que propõe o pagamento único de R$ 60 mil por cada caso

Explosão de casos de microcefalia em crianças associada ao zika vírus aconteceu entre 2015 e 2016

“O culpado pela deficiência dos nossos filhos é o Estado Brasileiro e, por isso, é preciso que nos deem o mínimo”. O relato é de Germana Soares, vice-presidente Nacional do UniZika Brasil, que protesta contra o veto presidencial ao projeto de lei que previa uma pensão mensal e vitalícia para crianças com deficiência decorrente do vírus da zika. Publicado no Diário Oficial da União na madrugada desta quinta-feira, o veto foi acompanhado da edição de uma Medida Provisória (MP) que propõe o pagamento único de R$ 60 mil a cada família, considerada “medíocre” e vista como uma “cortina de fumaça” pelas mães.

A proposta vetada previa, além de uma indenização única de R$ 50 mil, o pagamento de uma pensão mensal vitalícia de R$ 7.786,02, correspondente ao teto do Regime Geral de Previdência Social (RGPS), às crianças afetadas. O benefício também estaria isento de tributos e corrigido pela inflação.

Ao GLOBO, Germana, mãe de Guilherme, de 9 anos, criticou o valor de R$ 60 mil e afirmou que o governo é incapaz de oferecer o mínimo, já que o Estado foi o “culpado pela deficiência das crianças”.

— O valor de R$ 60 mil não paga nem uma cirurgia ortopédica das inúmeras deformidades que nossos filhos têm. Isso não é suficiente. A deficiência dos nossos filhos foi provocada, e não por genética ou falha médica. Foi um racismo ambiental, pois ficamos vulneráveis ao mosquito que não foi controlado pelo governo. Tudo isso é culpa do Estado Brasileiro. É preciso que nos deem o mínimo — disse a vice-presidente Nacional do UniZika Brasil.

Luciana Arraes, presidente do UniZika Brasil e mãe de Ana Lis, destacou a frustração com o veto do governo. Segundo ela, a MP editada para substituir o projeto de lei não atende às necessidades reais das famílias.

— O Presidente Lula cometeu um erro irreparável ao vetar integralmente o projeto. Nós, mães, estamos extremamente tristes, frustradas e decepcionadas com o governo. Eles tomaram a decisão de elaborar essa medida provisória por conta própria, sem ouvir as reais necessidades das mães e das famílias. A luta, no entanto, não vai parar. São quase 10 anos de negligência, descaso e esquecimento dessas famílias. Se Deus permitir, vamos conseguir derrubar esse veto no Congresso Nacional — afirma.

MP estabelece pagamento único de R$ 60 mil
A MP 1.287/2025, publicada como alternativa ao projeto vetado, estabelece o pagamento de R$ 60 mil em parcela única para crianças de até 10 anos que nasceram com deficiência causada pelo zika vírus entre 2015 e 2024.

A concessão do benefício está condicionada à comprovação da origem da deficiência e à disponibilidade orçamentária. A medida, válida por até 120 dias, ainda depende de aprovação do Congresso Nacional para se tornar lei, de disponibilidade orçamentária e de regras a serem elaboradas em conjunto por Ministério da Saúde, Ministério da Previdência Social e INSS.

Projeto foi apresentado em 2015
O projeto foi originalmente apresentado pela senadora Mara Gabrilli (PSD-SP), em 2015, quando ela ainda era deputada federal. No final do ano passado, a redação foi aprovada pelo Congresso Nacional. Segundo Germana, o PL percorreu por duas vezes na Câmara Federal e todas as comissões do Senado.

— Desde 2015, quando ocorreu a epidemia da zika, que a gente vem lutando por políticas públicas e qualidade de vida para os nossos filhos. Eles foram acometidos pelo vírus, nascendo com microcefalia, por irresponsabilidade do Estado Brasileiro. Não houve prevenção e nem cuidados pós contaminação. Todas essas crianças tiveram seus destinos atravessados e nós, mães, afundamos nossos sonhos, paramos de trabalhar e nos tornamos solos. Essas crianças não têm transporte acessível, terapia, consulta adequada, exames em tempo correto, cirurgias — acrescentou Germana.

Em entrevista à Agência Senado, a senadora Mara Gabrilli, autora do PL 6064/23, classificou o veto como “estarrecedor”. Gabrilli também criticou a MP, que considera “uma afronta à dignidade dessas famílias”.

— Após dez anos de luta e espera, essas famílias são silenciadas com uma simples canetada. É triste que essas famílias nem sequer foram ouvidas pelo governo — afirmou.

Vale lembrar que em 2019, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) assinou uma MP propondo pensão vitalícia para crianças com microcefalia decorrentes do Vírus da Zika.

 

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A vacina do Butantan pode ajudar a conter o surto de dengue no Brasil? https://site.tvraman.com.br/2024/03/01/a-vacina-do-butantan-pode-ajudar-a-conter-o-surto-de-dengue-no-brasil/ https://site.tvraman.com.br/2024/03/01/a-vacina-do-butantan-pode-ajudar-a-conter-o-surto-de-dengue-no-brasil/#respond Fri, 01 Mar 2024 09:57:54 +0000 https://site.tvraman.com.br/?p=13576 Em três meses, o País chegou à marca de 1 milhão de casos prováveis da doença; a expectativa é que a vacina esteja disponível no início de 2025

Foto: Governo de São Paulo/Divulgação

A explosão de casos dengue  no Brasil já fez que ao menos sete estados decretassem situação de emergência em saúde pública. Além do Distrito Federal, Acre, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Santa Catarina, estão com emprego urgente de medidas de prevenção e contenção de riscos.

Ao todo, o País já chegou a 1 milhão de casos de dengue nos três primeiros meses de 2024. Um aumento de 390% comparado ao mesmo período do ano passado, quando o País registrava 207.475 casos.

Apesar do Ministério da Saúde já ter garantido a disponibilização de vacinas contra a dengue no SUS, a quantidade dos imunizantes só será suficiente para vacinar 10% das cidades do País.

A primeira remessa da vacina Qdenga, produzida pelo laboratório japonês Takeda, contém apenas 720 mil doses. Ao todo, nesta primeira fase, a pasta deve receber 1,32 milhão de doses do imunizante.

A primeira remessa da vacina Qdenga, produzida pelo laboratório japonês Takeda, contém apenas 720 mil doses. Ao todo, nesta primeira fase, a pasta deve receber 1,32 milhão de doses do imunizante.

No entanto, levando em conta que o imunizante precisa de duas doses e deve ser aplicado com intervalo mínimo de três meses, foi preciso selecionar como público-alvo a faixa etária de 10 a 14 anos, que concentra o maior número de hospitalização por dengue, cerca de 16,4 mil de janeiro de 2019 a novembro de 2023, segundo o Ministério da Saúde.

Também foram selecionados pela pasta 521 municípios brasileiros que possuem maior incidência e transmissão do vírus. A vacinação já começou em pelo menos oito capitais.

A preocupação é que, com o aumento expressivo de casos, o País também registre mais mortes por casos graves da doença, que podem causar hepatite e insuficiência renal, além do quadro de dengue hemorrágica, o mais letal.

Estes já subiram 196,7% em 2024 na comparação com o ano passado, conforme o boletim do Ministério da Saúde divulgado em 20 de fevereiro. Até a publicação da matéria, o total de óbitos confirmados pela doença é de 207.

Por conta disso, foram intensificados os testes para o lançamento de uma vacina nacional, a Butantan-DV, que promete prevenir os casos graves da doença.

As pesquisas estão na terceira fase e devem ser enviadas à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para o processo de solicitação do registro definitivo.

A eficácia geral do imunizante é semelhante à da Qdenga (80,2%), vacina contra a doença incorporada na rede pública.

Fonte: Gov.br

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4 doenças comuns eram consideradas bruxaria na Idade Média: epilepsia e mais https://site.tvraman.com.br/2023/10/31/4-doencas-comuns-eram-consideradas-bruxaria-na-idade-media-epilepsia-e-mais/ https://site.tvraman.com.br/2023/10/31/4-doencas-comuns-eram-consideradas-bruxaria-na-idade-media-epilepsia-e-mais/#respond Tue, 31 Oct 2023 05:42:48 +0000 https://site.tvraman.com.br/?p=12881 O avanço da ciência e da medicina aumentou consideravelmente a qualidade e a expectativa de vida do ser humano e, ao mesmo tempo, colabora para enterrar alguns preconceitos. Durante a Idade Média, diversas doenças até então sem explicação eram diagnosticadas como resultado de bruxarias, feitiços ou até incorporação do diabo.

POR:
LUIZ FELIPE SILVA
PUBLICADO 14 DEZ 2017 – 04:00 AM EST | ATUALIZADO 15 MAR 2018 – 02:50 PM EDT

Tais “diagnósticos” levaram muita gente a julgamento, cujas condenações podiam chegar até a forca. Hoje, felizmente, isso não ocorre mais na maior parte do mundo.

Veja problemas de saúde que já foram motivo de perseguição:

Epilepsia

Foto Internet reprodução.

A epilepsia é uma condição neurológica que perturba a atividade elétrica do cérebro e, assim, resulta em crises convulsivas – no mundo todo, são aproximadamente 65 milhões de pessoas com este quadro. Bem, mas isso é o que sabemos hoje. Durante 300 anos, ela foi considerada oficialmente bruxaria.

O livro The Malleus Malleficarum, escrito no fim dos anos 1400 e base dos julgamentos da Inquisição até 1692, condenava os portadores de epilepsia como bruxas ou bruxos. De acordo com a Epilepsy Foundation, milhares ou até milhões de pessoas, principalmente as mulheres, foram condenadas à morte.

“Mas não há nenhuma enfermidade corporal, nem lepra ou epilepsia, que não pode ser causada por bruxas… Pois muitas vezes descobrimos que certas pessoas foram afligidas com epilepsia ou desmaios por meio de ovos que foram enterrados com cadáveres, especialmente os cadáveres das bruxas, juntamente com outras cerimônias das quais não podemos falar, particularmente quando esses ovos foram dados a uma pessoa como alimentos ou bebidas “, afirmava o livro.

Doenças mentais (como esquizofrenia)
Este é um dos casos que a barreira do preconceito ainda não foi completamente transposta. Muita gente ainda sofre com essas doenças e com os problemas sociais que elas trazem.

No país com maior taxa de suicídio das Américas (e quarto do mundo), este é um dos problemas. Uma reportagem produzida pelo jornal britânico The Guardian mostrou como na Guiana os problemas mentais são atribuídos à bruxaria e as comunidades afastam os doentes e até os agridem, em casos mais extremos.

Um artigo científico produzido pelo Instituto de Psiquiatria da Noruega afirma que “ser possuído por demônios ou espíritos malignos é uma das formas mais antigas de explicar transtornos físicos e mentais”. E alerta que este tipo de diagnóstico baseado em crenças místicas é utilizado por grupos fundamentalistas até hoje.

“Durante a Idade Média da Europa, a feitiçaria foi considerada apenas uma das várias causas de doença mental. As teorias astrológicas prevaleceram sobre as teorias da medicina. Além disso, foram feitas distinções entre excentricidade, loucura e visões e revelações religiosas. Um grande número de supostas bruxas e pessoas possuídas que foram queimadas provavelmente apresentaram distúrbios mentais visíveis”, conclui o artigo.

Delírio causado por fungos
Shiitake, shimeji e champignons são uma delícia, não? Esses cogumelos são fungos usados na alimentação humana, mas durante muito tempo sabíamos o que podíamos ou não podíamos comer apenas testando. E certamente você já ouviu falar que alguns destes alimentos podem gerar alucinações.

A rede de comunicação pública norte-americana PBS relata que casos de contaminação decorrentes dos fungos alucinógenos conhecidos como ergot (na qual há substância do LSD) eram tratados como episódios de feitiçaria. Mais que isso: este pode ter sido o gatilho para o famoso episódio das Bruxas de Salém, nos EUA.

Segundo a hipótese, os fungos contaminaram as plantações de trigo e de outros alimentos e causaram alucinações em massa na cidade de Salém, levam a um estado de histeria coletiva. Em 1692, os julgamentos de Salém levaram mais de 150 pessoas à cadeia e 25 à morte.

Encefalite letárgica
A doença é descrita pelo National Institute of Neurological Disorders and Stroke como um quadro que pode levar os paciente ao coma ou “podem experimentar movimentos oculares anormais, fraqueza do corpo superior, dores musculares, tremores, rigidez do pescoço e mudanças comportamentais, incluindo psicose”. Embora seja rara e diagnosticada somente no século 20, especula-se que seus ataques também tenham sido condenados como reações demoníacas.

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Médico sobrevivente de ataque a tiros no Rio se pronuncia pela primeira vez: “Tô bem, só algumas fraturas” https://site.tvraman.com.br/2023/10/07/medico-sobrevivente-de-ataque-a-tiros-no-rio-se-pronuncia-pela-primeira-vez-to-bem-so-algumas-fraturas/ https://site.tvraman.com.br/2023/10/07/medico-sobrevivente-de-ataque-a-tiros-no-rio-se-pronuncia-pela-primeira-vez-to-bem-so-algumas-fraturas/#respond Sat, 07 Oct 2023 13:02:19 +0000 https://site.tvraman.com.br/?p=12548 Daniel Proença foi o único que sobreviveu ao atentado, que ocorreu na madrugada desta quinta-feira (5)

O único médico que sobreviveu ao ataque a tiros, ocorrido nesta quinta-feira (5) no Rio de Janeiro, se pronunciou pela primeira vez nesta sexta-feira (6). Daniel Sonnewend Proença, de 32 anos, teve lesões no tórax, intestino, pélvis, mão, pernas e pé após ter sido baleado 14 vezes no atentado.

Reprodução\Instagram @lulacerdaoficial

“Pessoal, eu tô bem, viu? Tá tudo tranquilo graças a Deus. Só algumas fraturas, mas vai dar certo. A gente vai sair dessa juntos. Valeu pela preocupação. Obrigado!”, declarou Daniel em vídeo divulgado pela jornalista Lu Lacerda.

Proença passou por uma cirurgia que durou quase 10 horas no Hospital Municipal Lourenço Jorge. Ele sofreu 24 perfurações em seu corpo. A equipe médica encaminhou um projétil retirado do corpo dele à polícia para investigação.

Segundo os médicos, o quadro de saúde de Daniel é estável, pois ele já está respirando sem ajuda de aparelhos.

Após o ataque, Daniel Proença foi levado às pressas ao hospital citado, que fica a 10 km do local do atentado. Em apenas 14 minutos, ele já teria sido levado à sala de cirurgia. A equipe médica declara que o rápido atendimento foi fundamental para ele sobreviver.

Os outros três ortopedistas, que estavam junto com Proença no momento do ataque nesta quinta (5), morreram após não resistirem aos ferimentos depois de terem sido baleados. São eles Perseu Ribeiro Almeida, Marcos de Andrade Corsato e Diego Ralf Bomfim, que é irmão da deputada federal Sâmia Bomfim (PSOL).

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RECLAMAR DEMAIS PODE SER DOENÇA! https://site.tvraman.com.br/2023/09/24/reclamar-demais-pode-ser-doenca/ https://site.tvraman.com.br/2023/09/24/reclamar-demais-pode-ser-doenca/#respond Sun, 24 Sep 2023 13:45:23 +0000 https://site.tvraman.com.br/?p=11806 Conhece um reclamão? Aquela pessoa que nunca está satisfeita com nada?

Foto reprodução Internet

Se a sua vida não é fácil ao lado dela, a dela pode ser pior ainda!! Além de afastar os amigos, quem lamenta demais acaba tendo um sofrimento psicológico desnecessário.

“O reclamão tende a generalizar todas as circunstâncias. O problema está na maneira como ele interpreta a realidade. Pode ter baixa autoestima e sentimento de rejeição. Assim, reclama demais. As relações acabam ficando bastante comprometidas.

O professor de Medicina Comportamental Geraldo Possendoro, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), afirma que os reclamões podem ter esse comportamento como um traço de personalidade. Ele diz:

– São pessoas muito dogmáticas, absolutistas e pouco flexíveis. Isso acaba trazendo infelicidade!!

O melhor modo de combater o problema é através da psicoterapia. Reclamar demais é um comportamento inadequado portante merece ser tratado. Para saber se está indo longe demais, o melhor é ficar atento aos comentários e às reações de familiares e amigos.

Lamentações constantes podem ser, porém, sinal de doença: a distimia. Trata-se de uma depressão leve e crônica. Distímicos são pessoas pouco esperançosas, que sofrem e se queixam muito. São normalmente rotuladas como pessimistas. Nesse caso, talvez seja necessário também o uso de medicamentos antidepressivos.

A reclamação em demasia ainda pode ser uma marca de pessoas que têm boa estrutura psicológica. Há aqueles que são indignados com certas coisas e reclamam, pois pensam que aquilo deve mudar. E também existem as pessoas cujas reclamações são reflexo da irritação causada por estresse, como quem trabalha demais. De qualquer maneira, ele recomenda, se você tem o rótulo de reclamão, vá a um especialista.

Você é um reclamão? Veja abaixo se você tem esses comportamentos.

· Pessoas com baixa autoestima tendem a desenvolver um sentimento de rejeição. Assim, passam a reclamar de tudo à sua volta.
· Quem tem um grau de exigência muito grande também sofre.
· Perfeccionismo demais pode ser um problema.
· Como identificar se você é um reclamão? A melhor forma de saber se você está reclamando muito é (como acima citado) prestar atenção ao que amigos e familiares dizem sobre você. Se as reclamações sobre o seu modo de ser forem muitas, é hora de ficar ligado.
· Como reverter o problema?
o Antes de fazer uma reclamação, pare e pense se aquilo é realmente necessário ou se vai magoar alguém. Às vezes, é melhor ficar calado.
o Peça que seus amigos e familiares digam se você está se excedendo nas reclamações.
o Antes de reclamar de algo, tente resolver o problema. Não fique parado.

Um abraço,

Psicólogo Paulo Cesar

Psicoterapeuta de adolescentes, adultos, casais e gestantes. Psicólogo de linha humanista com acentuada orientação junguiana e budista. www.psicologopaulocesar.com.br ou www.blogdopsicologo.com.br

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Mulher dá à luz em elevador de hospital gaúcho; veja vídeo https://site.tvraman.com.br/2023/06/30/mulher-da-a-luz-em-elevador-de-hospital-gaucho-veja-video/ https://site.tvraman.com.br/2023/06/30/mulher-da-a-luz-em-elevador-de-hospital-gaucho-veja-video/#respond Fri, 30 Jun 2023 23:29:28 +0000 https://site.tvraman.com.br/?p=11713 O surpreendente evento foi capturado em vídeo e amplamente compartilhado.

foto stb news

Uma cena extraordinária ocorreu na noite de terça-feira (27) no Hospital da Santa Casa, em Pelotas, região sul do Rio Grande do Sul, quando uma gestante entrou em trabalho de parto e deu à luz dentro do elevador. O surpreendente evento foi capturado em vídeo e amplamente compartilhado.

Assim que percebeu que a mulher estava em trabalho de parto, em uma ligação por telefone, a Dra. Daiane Acosta, médica responsável pelo acompanhamento da gravidez, orientou que ela fosse ao hospital sem demora.

Nas imagens registradas, é possível observar o momento em que Daiana Freitas, a mãe do recém-nascido, chega ao hospital e é prontamente assistida por uma equipe de profissionais de saúde. Colocaram-na rapidamente em uma cadeira de rodas, com a intenção de levá-la ao espaço onde o parto seria realizado. Porém, para surpresa de todos, o bebê não quis esperar e decidiu vir ao mundo dentro do elevador mesmo.

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Homem jogado em uma fornalha quando criança pelo próprio pai conta sua história de superação https://site.tvraman.com.br/2023/01/15/homem-jogado-em-uma-fornalha-quando-crianca-pelo-proprio-pai-conta-sua-historia-de-superacao/ https://site.tvraman.com.br/2023/01/15/homem-jogado-em-uma-fornalha-quando-crianca-pelo-proprio-pai-conta-sua-historia-de-superacao/#respond Sun, 15 Jan 2023 12:46:08 +0000 https://site.tvraman.com.br/?p=11067 de Merelyn Cerqueira

Foto reprodução bbc

Lyshoa tinha apenas dois anos quando sofreu um atentado que marcou para sempre sua vida.

Residente de um pequeno vilarejo chamado Buriácia, ao leste da Sibéria, Rússia, ele passou o início da vida enfrentando problemas como pobreza e alcoolismo dentro da família, segundo informações da BBC.

Foto reprodução Internet

Em 2005, quando todos comemoravam a passagem do Ano Novo, seu pai, embriagado, lançou-o, junto ao irmão de apenas 14 meses, em uma fornalha em formato de forno abastecida com lenha.

O bebê não resistiu, mas Lyshoa conseguiu ser salvo pela mãe, sofrendo queimaduras graves na cabeça, ombros, braços e pulmões.

Conforme crescia, Lyshoa, que desenvolveu um princípio de fobia ao fogo (pirofobia), viu que as sequelas do incidente atrapalharem muitos seus sonhos, incluindo o de construir uma família ou ingressar em uma universidade.

Foto reprodução bbc

Ainda jovem, foi abandonado pela mãe, que não teve condições financeiras para cuidar dele, e forçado a viver com uma família em Moscou. Após décadas de tratamento, que incluiu viagens por quase metade do mundo para passar por cirurgias, ele recuperou parte de sua identidade.

“Estive na Suíça, nos Estados Unidos, na Alemanha, na França, na Lituânia, em muitos lugares, tudo pelas minhas queimaduras. Fui a clínicas e a centros de reabilitação”, disse à BBC.

Foto reprodução menino jogado no forno

“Uma deficiência pode dar a você uma nova maneira de ver o mundo e até novas oportunidades, mas é importante não deixar sua vida inteira girar em torno disso, porque isso pode acabar com você”, acrescentou.

Apesar do salvo positivo das viagens, o tratamento não foi algo fácil. Lyshoa precisou enfrentar duramente o preconceito das pessoas, especialmente na escola, onde as crianças eram muito cruéis. “Eu odiava as pessoas quando era mais jovem. Sentia que elas me tratavam como se eu fosse algum tipo de animal”, disse.

Apoiando-se na psicologia, ele finalmente conseguiu entender e aceitar sua condição, de modo que o ódio desapareceu, bem como o medo que tinha do fogo.

Foto reprodução internet

“Não foi minha escolha. Eu era pequeno. O que aconteceu, aconteceu. Se o resultado tivesse sido diferente, eu estaria morto e não haveria nada a ser feito ou eu teria ficado morando em Buriácia. E só isso”.

“Eu amo fogo, amo lareiras, sei que pessoas que já se queimaram antes podem sentir medo (do fogo), mas eu não vejo o sentido de ter medo. Gosto de sua luz, do seu calor. É lindo. Posso observá-lo por horas”, acrescentou.

Atualmente Lyosha vive e estuda em Moscou. Ele admite ter perdoado o pai biológico pelo ataque, afirmando que quando ele deixou a prisão, retomou o contato.

Foto reprodução bbc

“Apenas conversamos, assim como pessoas normais conversam. Eu nunca o odiei. Ele provavelmente pensou que eu estava furioso com ele, mas quando nos conhecemos, quando voltamos para Buriácia, conversamos. Disse tudo a ele! E agora trocamos cartas e mantemos contato”, disse.

Foto reprodução Interent

Curiosamente, disse se interessar pela mítica ave fênix, que segundo a mitologia representa o triunfo sobre a morte, já que é tida com a capacidade de renascer das chamas e cinzas. “Posso entender isso. Fui queimado quando criança e, de alguma forma, renasci das cinzas”, concluiu.

Fonte(s): BBC Imagem de Capa: Reprodução / Pavel Volkov via BBC

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Celine Dion é diagnosticada com doença raríssima e incurável que transforma corpo em “estátua humana” https://site.tvraman.com.br/2022/12/08/celine-dion-e-diagnosticada-com-doenca-rarissima-e-incuravel-que-transforma-corpo-em-estatua-humana/ https://site.tvraman.com.br/2022/12/08/celine-dion-e-diagnosticada-com-doenca-rarissima-e-incuravel-que-transforma-corpo-em-estatua-humana/#respond Fri, 09 Dec 2022 01:55:43 +0000 https://site.tvraman.com.br/?p=9396

Celine Dion – Foto Reprodução Internet

A doença é chamada de Síndrome da Pessoa Rígida e afeta a cantora desde o ano passado. Ela encontra-se com dificuldade em cantar e andar. É absurdamente rara, ocorrendo com 1 pessoa a cada 1 milhão

Acantora Celine Dion precisou cancelar sua turnê, que possuía vários shows confirmados pela Europa, depois de revelar nesta quinta-feira (08/12) uma notícia que deixou fãs de todo o mundo devastados.

Dion foi diagnosticada com um tipo de distúrbio neurológico incurável, extremamente raro (ocorre com 1 a cada 1 milhão de pessoas), conhecido por transformar pessoas em “estátuas humanas” — termo informal usado para exemplificar a gravidade da doença.

A cantora decidiu comunicar publicamente sua doença em um vídeo comovente no Instagram, onde explica de forma transparente a complexa missão que terá pela frente para tratar e lidar com sua saúde.

“Como vocês sabem, sempre fui um livro aberto e não estava pronta para dizer nada antes, mas estou pronta agora”, disse a cantora de 54 anos devastada por informar o problema aos fãs.

“Venho lidando com problemas de saúde há muito tempo e tem sido muito difícil para mim enfrentar meus desafios e falar sobre tudo o que tenho passado”, prosseguiu.

No vídeo, ela explica que a doença já está afetando sua vida diária e suas cordas vocais: “Ainda estamos aprendendo sobre esta condição rara, e agora sabemos que é isso que está causando todos os espasmos que tenho tido.

Foto Reprodução Internet

Ela prossegue: “Infelizmente, os espasmos afetam todos os aspectos da minha vida diária, às vezes causando dificuldade ao caminhar, não permitindo usar minhas cordas vocais para cantar como estou acostumada”, lamentou Celine Dion.

A saga da cantora
Após paralisar os shows, ela está concentrando esforços em tratar os sintomas que podem ser bastante debilitantes e impedir que tenha uma vida plena. “Tenho uma grande equipe de médicos trabalhando ao meu lado para me ajudar a melhorar e meus preciosos filhos que estão me apoiando e me ajudando”, disse.

“Estou trabalhando muito com meu terapeuta de medicina esportiva, todos os dias, para recuperar minha força e minha capacidade de desempenho novamente, mas tenho que admitir que tem sido uma luta”, desabafou.

“Sinto muito a falta de vocês. Sinto falta de ver todos vocês, no palco, me apresentando para vocês. Eu sempre dou 100% quando faço meu show, mas minha condição não me permite fazer isso agora”, disse em lágrimas a cantora.

Ela explica que, para um dia poder voltar a fazer shows ou encontrar o público, precisa abandonar tudo para se concentrar em seu tratamento que é complexo e lento.

“Para eu ter contato com vocês novamente, não tenho outra escolha a não ser me concentrar na minha saúde neste momento e tenho esperança de estar no caminho da recuperação”, disse.

Anteriormente, rumores de que algo grave pudesse estar ocorrendo com Celine Dion circulava na mídia internacional, após ela revelar em outubro de 2021 que não poderia se mudar para Las Vegas, nos EUA, porque estava com “espasmos musculares graves”, sem revelar mais detalhes, cancelando sua turnê pelos EUA e adiando shows que faria na Europa.

Como resultado da progressão da doença, Celine Dion foi forçada a reagendar sua turnê que faria pela Europa em fevereiro, de acordo com o post oficial no Instagram.

Os shows de sua turnê foram cancelados, já que a cantora apresenta dificuldade no controle dos músculos do corpo, incluindo suas cordas (pregas) vocais. Foto: Divulgação

Seu site que cuida das divulgações de suas apresentações informou que todos os shows agendados entre maio e julho de 2023 foram cancelados, enquanto todos os shows inicialmente agendados entre fevereiro e abril de 2023 foram remarcados para 2024.

Já os shows entre agosto e outubro de 2023 foram mantidos, “permanecem como programados”, disse a cantora, que tem esperança em reabilitar suas cordas (pregas) vocais e musculatura corporal até esta data.

O que é a Síndrome da Pessoa Rígida?
De acordo com o National Institution of Neurological Disorders and Stroke (NINDS), dos EUA, a síndrome é um distúrbio neurológico extremamente raro, possivelmente autoimune, caracterizado por rigidez muscular progressiva e episódios repetidos de espasmos musculares dolorosos. É também chamada de Síndrome de Moersch-Woltman ou informalmente como Síndrome do Homem Rígido.

A doença causa rigidez muscular, espasmos involuntários incontroláveis, contrações, fortes dores e rigidez. A falta de controle muscular pode deixar o paciente completamente debilitado; em alguns casos, até sem andar

O jornal New York Post salientou que, apesar de não ter cura, precisa ser tratada com os recursos disponíveis — que envolvem fisioterapia e medicamentos para controlar a dor dos espasmos musculares.

Os espasmos são tão intensos que deixam o paciente completamente debilitado. Barulhos excessivos ou sofrimento emocional podem desencadear uma onda de novos espasmos, fazendo com que os portadores da síndrome caiam e se machuquem, por não controlarem seus músculos.

Isso gera impactos psicológicos nos pacientes que costumam desenvolvem medo de sair de casa ou agorafobia, já que podem sofrer um acidente ou situações graves a qualquer momento.

A síndrome pode progredir a ponto de impedir tarefas diárias básicas, incluindo a impossibilidade de andar em casos avançados. Não existe nenhum tipo de cura conhecida, mas os sintomas podem ser aliviados através de medicamentos. Mas, nem sempre os medicamentos conseguem ter o efeito desejado na dor e no controle das contrações musculares.

A ciência nunca descobriu a causa da Síndrome da Pessoa Rígida e existem poucos registros sobre os portadores na literatura médica mundial.

Foram identificados distúrbios autoimunes entre o cérebro e a medula espinhal destes pacientes, mas também é frequentemente associada ao vitiligo, diabetes, tireoidite (inflamação da tireoide) e anemia provocada pela falta de vitamina B12.

Sabe-se que mulheres são mais acometidas do que homens e que mutações no gene GLRA1 foram identificadas em pacientes com doenças gerais que causam rigidez muscular, mas até o momento nenhuma causa específica foi encontrada para a Síndrome da Pessoa Rígida.

Abaixo, o emocionante vídeo de Celine Dion revelando ao mundo sua condição clínica.

Redação: Radio Yorùbá

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Por Diogo Sponchiato

Conheça os benefícios do sexo para a saúde. Não são poucos! Ilustração: Evandro Bertol

Há quem diga que o mundo gira em torno dele. Verdade ou não, ninguém discute que, além de perpetuar a espécie, o sexo é a grande fonte de deleite da humanidade. E, mais do que isso, quem se dedica a essa prática como se fosse uma prazerosa modalidade esportiva ainda conquista outras benesses para o corpo e para a mente.

Talvez você questione: afinal, quantas transas por dia, semana ou mês são necessárias para garantir tanta saúde assim? Não há resposta. “Até porque quantidade não tem a ver com qualidade”, diz o urologista e terapeuta sexual Celso Marzano, de São Paulo. Desde que o casal se sinta bem com uma relação diária ou semanal, o organismo já vai tirar proveito.

Mas, diante dos bons efeitos que apontaremos a seguir, talvez você não pense duas vezes para intensificar sua atividade entre os lençóis.

1. Proteção cardiovascular
O coração pode até sair ganhando de verdade quando um sexo mais caliente marca presença no dia a dia. “Durante a relação sexual, como em um exercício físico moderado, há um aumento temporário do trabalho cardíaco e da pressão arterial”, explica o cardiologista José Lazzoli, da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte. Para preservar as artérias, contudo, é preciso suar a camisa no mínimo 30 minutos diários cinco vezes por semana. “Nem todo mundo consegue fazer sexo com essa duração e frequência”, observa o especialista. Então, a mensagem é somar às noites intensas uma corrida ou caminhada no parque pela manhã, por exemplo. Recado à turma que tem hipertensão descontrolada ou doença coronariana: consulte o médico. Nesses casos, tanto o coração pode atrapalhar o sexo quanto ele pode atrapalhar um coração com problemas.

2. Um remédio contra a dor
Durante o bem-bom, o corpo fabrica uma porção de substâncias, entre hormônios e nurotransmissores. Uma delas é a endorfina, a mesma que dá as caras quando se pratica um exercício físico por alguns minutos. Essa molécula capaz de aliviar as sensações dolorosas é descarregada para valer no ápice da relação, o orgasmo. “Ela é o maior analgésico do nosso corpo”, afirma a médica Ruth Clapauch, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia. E sua ação se prolonga após o ato sexual. Os especialistas estão começando a acreditar que, somada ao trabalho da ocitocina – outro hormônio liberado na hora do gozo -, a endorfina ajuda a aplacar dores crônicas na cabeça e nas juntas.

3. Um basta ao excesso de estresse
Ninguém precisa ser cientista para saber que uma boa transa apaga a quase inevitável tensão do dia a dia. Mas saiba que até os pesquisadores estão cada vez mais interessados nesse potencial, que é maior quanto mais intenso for o sexo. Um estudo da Universidade de Paisley, na Escócia, constatou: os voluntários que faziam questão da penetração respondiam melhor a situações estressantes. “A atividade sexual diminui o nível de ansiedade”, diz o urologista Joaquim de Almeida Claro, da Universidade de São Paulo (USP). “Só se deve tomar cuidado para não transformar o sexo a dois numa mera descarga de estresse”, lembra a psicóloga Ana Canosa, daSociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana. É que, nesse caso, vira algo mecânico, quase obrigatório, sem envolvimento emocional. Aí não tem graça – e nem tanto efeito.

4. Autoestima lá em cima
Qual o órgão do seu corpo que mais se aproveita de uma extenuante sessão a dois? Ele mesmo, o cérebro. Ora, lá se encontra o verdadeiro terminal do prazer. Quem agrada constantemente essa central de instintos e emoções ganha uma baita massagem no ego. “A autoestima melhora porque o indivíduo se sente desejado pelo outro”, resume a psicóloga Ana Canosa, de São Paulo. E não pense que essa guinada no astral se deve apenas ao orgasmo. “As preliminares também são fundamentais, sobretudo para a mulher, que precisa ser tocada e beijada. A excitação promove uma maior liberação de hormônios, aumentando o tamanho do canal vaginal e as chances de chegar ao orgasmo”, diz o ginecologista e obstetra Francisco Anello, do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo. Ou seja, tudo que antecede a penetração tem o seu valor para o corpo e para a mente dos parceiros, “mas sem orgasmo não se usufrui de todo o bem-estar após aquele acúmulo de tensão”, diz Ana.

5. Mais prazer, menos gordura
Para manter a forma, homens e mulheres podem se dirigir a uma quadra de futebol, a uma piscina ou, por que não, a uma cama. Ora, o sexo é saboroso esporte de dupla. É óbvio que não dá para pensar em eliminar a barriga de chope ou definir a silhueta apostando apenas nisso. Mas ele não deixa de ser um aliado da queima de pneus. “O esforço de uma atividade sexual equivale, em média, a um trote a 7,5 quilômetros por hora”, calcula o cardiologista José Lazzoli. “Dependendo da intensidade da relação, é possível queimar de 100 a 300 calorias”, contabiliza Anello.

6. Defesas reforçadas
Fazer sexo uma ou duas vezes por semana tornaria o sistema imune mais preparado para entrar em combate. É o que sugerem pesquisadores americanos que compararam amostras da saliva de pessoas sexualmente ativas com as de voluntários que pouco se aventuravam na cama. Eles concluíram o seguinte: quem transava com certa frequência abrigava mais anticorpos. O resultado, no entanto, ainda carece de um consenso entre os médicos. Isso porque, para muitos deles, uma defesa mais a postos não seria fruto da atividade sexual em si. “Há, sim, trabalhos mostrando que pessoas felizes têm melhor resposta imunológica. E a atividade sexual sem dúvida traz felicidade e qualidade de vida”, pondera Joaquim Claro.

7. Músculos fortalecidos
Não dá para elevar o quarto à condição de academia, mas a atividade entre quatro paredes exige o esforço de alguns grupos musculares. Tudo depende, por exemplo, das posições na hora agá, mas é possível trabalhar as coxas, o dorso e o abdômen. No caso das mulheres, a relação ainda cobra a movimentação dos músculos da vagina. “Há um aumento do fluxo sangüíneo para a região”, conta a fisioterapeuta especialista em urologia Sophia Souto, da Universidade Estadual de Campinas, a Unicamp, que fica no interior paulista. “Durante o orgasmo, por exemplo, há uma contração dos músculos pélvicos”, diz. Quando unida a exercícios específicos para aumentar o controle da própria vagina, a relação ajudaria a tonificar sua musculatura, diminuindo o risco de problemas como a incontinência urinária.

8. Lubrificação nota 10
Essa é para as mulheres que se aproximam da menopausa ou já atravessam o período marcado pela derrocada do hormônio feminino. Um dos principais reflexos da queda de estrogênio é a falta de lubrificação na vagina – um problema bastante comum, que leva à secura nessa região. “Mas aquelas que, após essa fase, mantêm relações sexuais tendem a apresentar menos atrofia do órgão genital”, conta a ginecologista Carolina Carvalho Ambrogini, da Universidade Federal de São Paulo, a Unifesp. Já as mulheres que raras vezes se divertem com o companheiro não só sofrem mais com o incômodo como também podem sentir mais dores durante a penetração.

9. Para dormir pesado
Sim, uma noite tranquila também depende de uma cama movimentada. O que o casal costuma comprovar na prática a medicina sabe explicar: “A relação favorece o relaxamento muscular”, afirma o urologista e terapeuta sexual Celso Marzano. Isso porque, graças ao orgasmo, o corpo recebe uma enxurrada de substâncias que não demoram a agir, fazendo com que o indivíduo sinta uma mistura de bem-estar e exaustão. “O sono costuma vir depressa depois de um sexo mais vibrante”, observa Marzano. Mas, caro leitor, aguarde mais um pouco antes de rumar ao quarto.

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Novo vírus influenza em circulação no país https://site.tvraman.com.br/2022/11/17/novo-virus-influenza-em-circulacao-no-pais/ https://site.tvraman.com.br/2022/11/17/novo-virus-influenza-em-circulacao-no-pais/#respond Thu, 17 Nov 2022 16:16:01 +0000 https://site.tvraman.com.br/?p=8719 H3N2: novo vírus influenza em circulação no país
Editor Eduardo Coelho – Fonte: Fio Cruz

Foto reprodução Internet

O aumento de casos de infecções pelo vírus influenza no último trimestre deste ano tem atraído atenção para uma velha conhecida da humanidade. A gripe, como é chamada popularmente, tem gerado surtos regionais pelo país impulsionada pela introdução de uma nova cepa do subtipo A (H3N2), batizada de Darwin.

Atualmente, são conhecidos três tipos de vírus influenza: A, B e C. Os dois primeiros são mais propícios a provocar epidemias sazonais em diversas localidades do mundo, enquanto o último costuma provocar alguns casos mais leves.

O tipo A da influenza é classificado em subtipos, como o A (H1N1) e o A (H3N2). Já o tipo B é dividido em duas linhagens: Victoria e Yamagata. Embora possuam diferenças genéticas, todos os tipos podem provocar sintomas parecidos, como febre alta, tosse, garganta inflamada, dores de cabeça, no corpo e nas articulações, calafrios e fadiga.

O vírus H3N2 é uma variante do vírus Influenza A, que é um dos principais responsáveis pela gripe comum e pelos resfriados, sendo facilmente transmitido entre pessoas por meio de gotículas liberadas no ar quando a pessoa gripada tosse ou espirra.

Os sintomas são febre alta no início do contágio, inflamação na garganta, calafrios, perda de apetite, irritação nos olhos, vômito, dores articulares, tosse, mal-estar e diarreia, principalmente em crianças.

Pelo fato de o influenza ser um vírus respiratório, assim como o que causa a Covid-19, a prevenção contra ele ocorre da mesma forma, ou seja, com distanciamento físico entre as pessoas, uso de máscara e higiene das mãos.

O período de incubação do vírus H3N2 é de três a cinco dias, quando começa a manifestação dos sintomas. Porém, também é possível que uma pessoa tenha a doença de uma forma assintomática, sem apresentar nenhuma reação.

Durante o período de incubação ou em casos de infecções assintomáticas, o paciente também pode transmitir a doença. O período de transmissão do vírus em crianças é de até 14 dias, enquanto nos adultos é de até sete dias.

A doença pode começar a ser transmitida até um dia antes do início do surgimento dos sintomas. O período de maior risco de contágio é quando há sintomas, sobretudo febre.

Recomendação:

Pessoas que apresentarem sintomas gripais deverão procurar atendimento médico na Unidade Básica de Saúde mais próxima de sua residência.

Mesmo com letalidade menor que a Covid-19, o H3N2 tem mais chances de evoluir para casos graves em grupos de risco (crianças, idosos, gestantes e indivíduos com comorbidades). A propagação do vírus pode ter relação com a baixa cobertura vacinal contra a gripe e com a flexibilização das medidas de restrição e prevenção adotadas contra a Covid-19.

O Brasil possui vacinas que protegem contra o vírus Influenza A e B, no entanto, elas não são específicas para a variante H3N2, que está atingindo o país. De acordo com o Instituto Butantan, maior produtor de vacinas para a gripe do Hemisfério Sul, a previsão é de que a vacina para H3N2 chegue ao Brasil a partir de março de 2022.

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